Atuamos com rapidez e medidas liminares urgentes para buscar o bloqueio cautelar das contas de golpistas e o ressarcimento do seu patrimônio.
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Atuação especializada em Direito Bancário e defesa das vítimas de fraudes financeiras:
Medidas judiciais urgentes com pedido liminar para bloquear contas dos golpistas e recuperar o dinheiro transferido.
Responsabilização do banco por falhas de segurança e boletos adulterados, buscando a devolução integral dos valores.
Ação contra a instituição financeira por acessos não autorizados, clonagem de WhatsApp ou invasão do app bancário.
Acionamento célere dos protocolos do Banco Central e notificações judiciais para reter o saldo nas contas de destino.
Cancelamento de empréstimos fraudulentos e consignados indevidos, com restituição das parcelas cobradas e indenização.
Processo de reparação contra bancos por falhas graves de segurança, vazamento de dados e recusa indevida de ressarcimento.
OAB/PR 134401
João Pedro Gongra Pagani é advogado (OAB-PR 134401), aprovado no 43º Exame de Ordem. Graduou-se como Bacharel em Direito pela renomada Universidade Estadual de Maringá (UEM).
Concilia o vigor de sua jovem trajetória com uma sólida formação acadêmica. Atua de forma estratégica na advocacia, comprometido com a excelência técnica, a ética e a busca por soluções jurídicas eficientes e personalizadas para seus clientes.
Com foco especializado em Direito Bancário, desenvolve atuação célere para a defesa de vítimas de golpes do Pix, fraudes de transferência, boletos adulterados e cobranças indevidas, buscando a devolução integral dos prejuízos materiais e indenizações por danos morais.
Sim! Através de medidas judiciais céleres com pedido de liminar e do acionamento de protocolos do Banco Central (como o MED), é possível requerer o bloqueio cautelar das contas receptoras e buscar a devolução dos valores, além da responsabilização das instituições financeiras envolvidas.
De acordo com a Súmula 479 do STJ, as instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros em operações bancárias. Quando há falha de segurança ou fragilidade do sistema bancário, o banco tem o dever de indenizar.
1º Guarde comprovantes e faça capturas de tela das conversas e extratos; 2º Registre o Boletim de Ocorrência policial; 3º Notifique o banco urgentemente solicitando a abertura do MED; 4º Fale imediatamente com um advogado especializado para ingressar com as medidas judiciais cabíveis.
Os criminosos costumam pulverizar o dinheiro transferido entre várias contas "laranjas" em questão de minutos. Quanto mais rápido as providências judiciais e extrajudiciais forem tomadas, maiores serão as chances de efetuar o bloqueio cautelar do saldo nas contas de destino antes do saque.
Você deve buscar a anulação judicial dessas operações. É possível obter a suspensão imediata dos descontos nas suas contas ou benefício, o ressarcimento dos valores indevidamente descontados com juros/correção e a indenização por danos morais perante a instituição financeira.
O Dr. João Pedro Gongra Pagani está disponível para analisar o seu caso com agilidade. Em situações de golpes do Pix e fraudes bancárias, o tempo é essencial para recuperar seu patrimônio.
FALE COM UM ADVOGADOOAB/PR 134401 – Direito Bancário
Bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Atuação estratégica comprometida com a excelência técnica na defesa contra fraudes bancárias.
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